
Na interdisciplina de TIC's tivemos que fazer uma linha do tempo, na INTERNET, com dados referentes a História da Informática Educativa do Brasil, baseada no texto de Maria Cândida Moraes.
Esta atividade exigiu muita dedicação e esforço, pois tínhamos que além de relacionar os fatos tanto da história quanto de nossas vidas, deveríamos colocar numa linha do tempo, na Internet. E mais, era tudo escrito em inglês!!!
Foi de fato difícil, mas sobretudo interessante, ou melhor, desafiador, pois mais uma vez buscamos a superação de nossos limites e nos apropriando de novos conhecimentos e de novas tecnologias; tudo isto vem a enriquecer nossa prática pedagógica e nossas vidas.
Depois de muuuito tentar, deu tudo certo.
Aqui vai um link para compartilhar com todos estes fatos que marcaram a educação, e também a minha vida !!!!
LINHA DO TEMPO
4 Comments
Postado por
Neila ,
,
quarta-feira, 26 de março de 2008
19:09
O DIA "D"
Já estamos em 2008, e ainda se faz necessário comentar algumas aprendizagens e vivências ocorridas em 2007. A mais importante delas ??? Qual foi ???
A APRESENTAÇÃO DA SÍNTESE DO PORTFÓLIO DE APRENDIZAGENS !
Momento único até então, onde embaixo de um sol de 40º, foi apresentado para uma Banca nossas aprendizagens. Sofremos, nos aterrorizamos, tivemos insônia, dores de estômago, dores de cabeça, e outras tantas... Mas tudo teve seu significado e valor, pois crescemos, amadurecemos com toda esta experiência, e sobrevivemos agora para contar como foi...
Em breve colocarei AQUI um link sobre o relato da apresentação da síntese para a interdisciplina do Seminário Integrador IV.
AGUARDEM !!!!
Por hora apenas algumas fotos do grande momento...
Postado por
Neila ,
Marcadores:
SEMINÁRIO INTEGRADOR 3
,
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
15:08
Ufa ! Estamos chegando ao final do semestre, e com ele vêm alguns problemas...
Tenho me esforçado ao máximo para vencer todas as atividades, respeitando os prazos e as solicitações, mas tenho visto, que por conta disto, tenho “pisado na bola”, primado muitas vezes mais pela realização da tarefa do que pela qualidade. Tenho me visto cometendo erros, e tendo atitudes que não costumo fazer. As vezes escrevo algo, e sem muito tempo para reler, acabo dando por concluído algo que não me satisfaz.
Tenho como meta pessoal e profissional, aproveitar este curso ao máximo, e por isso exijo muito de mim , o que pode muitas vezes gera sentimento de que poderia fazer melhor.
Realmente está chegando a hora de parar !!!
Mas como sempre costumo ter uma atitude construtiva diante das adversidades, (olhar o lado positivo das coisas), este semestre pude superar muito das minhas dificuldades e medos e aprender muito com meus erros; me coloquei mais e por isso aprendi muito mais também. Neste sentido o auxilio dos tutores e colegas foi fundamental.
Estou começando a entender o “Espírito da coisa” ( PEAD)...
Tenho me esforçado ao máximo para vencer todas as atividades, respeitando os prazos e as solicitações, mas tenho visto, que por conta disto, tenho “pisado na bola”, primado muitas vezes mais pela realização da tarefa do que pela qualidade. Tenho me visto cometendo erros, e tendo atitudes que não costumo fazer. As vezes escrevo algo, e sem muito tempo para reler, acabo dando por concluído algo que não me satisfaz.
Tenho como meta pessoal e profissional, aproveitar este curso ao máximo, e por isso exijo muito de mim , o que pode muitas vezes gera sentimento de que poderia fazer melhor.
Realmente está chegando a hora de parar !!!
Mas como sempre costumo ter uma atitude construtiva diante das adversidades, (olhar o lado positivo das coisas), este semestre pude superar muito das minhas dificuldades e medos e aprender muito com meus erros; me coloquei mais e por isso aprendi muito mais também. Neste sentido o auxilio dos tutores e colegas foi fundamental.
Estou começando a entender o “Espírito da coisa” ( PEAD)...
Após embarcar nesta viajar maravilhosa pela história da arte e de visitar com os alunos da escola (crianças de 6 anos) o MARGS; percebi que realmente, nós professores, não podemos nos omitir em proporcionar aos nossos alunos a convivência com a arte. Ter acesso ao conhecimento da história da arte, desenvolve competências, aguça o olhar para poder enxergar o mundo com mais sensibilidade e criatividade. Levar até os alunos o conhecimento de obras de arte, pinturas, esculturas, fotografias, estilos, movimentos e linguagens é uma maneira de estimular o olhar da criança; é desenvolvê-lo para que mais tarde possa saber analisar, apreciar e valorizar a arte. Levar esse conhecimento para escola, é tarefa do professor que deve começar deste a educação infantil. É claro que para nós professores não é tarefa fácil, pois não tivemos formação para isto, não tínhamos conhecimento do que é o estudo da arte. Acreditava que trabalhar arte com os alunos era utilizar técnicas diferentes e realizar desenhos livres. Também eu hoje mudei o meu olhar, valorizando mais o fazer artístico.
Há dias atrás, desenvolvi uma atividade com alunos, na faixa etária de 6 anos, uma releitura de obras de arte (fotografias, pinturas, esculturas) usando a dramatização. Foi maravilhoso, eles adoraram, analisaram cada detalhe, imaginavam o que os personagens dos quadros estavam fazendo, entraram no mundo mágico da arte.
E a culminância foi a visita ao MARGS. Experiência inesquecível para nós!
CONCLUSÃO:"A arte é um patrimônio cultural da humanidade e todos têm direito ao acesso a esse saber".
No Filme Escola da Vida, o professor apresentava o desejo claro de se fazer entender, de chamar a atenção dos alunos para a sua aula, de falar de coisas que eles podiam entender, por despertar nos alunos o desejo de aprender. Suas aulas eram sempre diferentes, a cada encontro era proposto algo novo, desafiador e, portanto, motivador!!!
Isto, certamente, podemos fazer, em nosso dia-a-dia, mesmo não sendo necessário nos vestirmos de freira ou de índio, mas podemos fazer de cada aula um encontro //diferente//, trazer para dentro da sala de aula elementos (pessoas, notícias, objetos, animais...) que vão suscitar nos alunos o sentimento de desafio, de surpresa, onde possamos sair da mesmice de todos os dias repetirmos as mesmas coisas, onde tudo se repete e acaba sem cor.
Isto, certamente, podemos fazer, em nosso dia-a-dia, mesmo não sendo necessário nos vestirmos de freira ou de índio, mas podemos fazer de cada aula um encontro //diferente//, trazer para dentro da sala de aula elementos (pessoas, notícias, objetos, animais...) que vão suscitar nos alunos o sentimento de desafio, de surpresa, onde possamos sair da mesmice de todos os dias repetirmos as mesmas coisas, onde tudo se repete e acaba sem cor.
Termos CORAGEM PARA ARRISCAR... INOVAR!
As crianças gostam disto, do inusitado, do suspense, de serem instigados, questionados!!!!
As crianças gostam disto, do inusitado, do suspense, de serem instigados, questionados!!!!
Creio que seja isto que faz a grande diferença na arte de ensinar e aprender!
Achei muito legal o filme "Escola da Vida", ele mostra claramente duas posturas de educadores. Aquele que deseja transmitir conhecimento e aquele que deseja que o próprio aluno se aproprie do conhecimento, seja agente. Também percebi que, o Mr. D, não era um “ser especial”, mas uma pessoa simples, que amava sua profissão, que apostava nos alunos, que mantinha uma relação próxima a eles, os fazia viver os fatos, experienciar o conhecimento. E o mais importante ///eles falavam a mesma língua///, existia de fato a comunicação. A escola, por sua vez, estava aberta as inovações, apoiava a forma dinâmica com que o Mr. D conduzia suas aulas. E acima de tudo, como dizia no filme, o professor tinha CORAGEM PARA ARRISCAR.
Depois que vi o filme fiquei pensando... Porque a nossa realidade é tão diferente? Porque vemos tantos alunos desmotivados? Que não aprendem. Que não gostam da escola...
Será que nos falta coragem para arriscar ???
PENSEMOS NISTO !!!
Depois que vi o filme fiquei pensando... Porque a nossa realidade é tão diferente? Porque vemos tantos alunos desmotivados? Que não aprendem. Que não gostam da escola...
Será que nos falta coragem para arriscar ???
PENSEMOS NISTO !!!
http://www.plenarinho.gov.br/Ao ler o texto “Porque você ouve tanta porcaria”, consegui visualizar bem o que há muito venho observando, e não conseguia enterder o porque, principalmente na escola. Estamos sendo engolidos por uma avalanche de porcarias, onde ao ligar o rádio e a TV somos “vítimas” passivas de uma máquina de condicionamento em massa, onde somos convencidos de que é bom e que gostamos de determinada música, porque passamos a ouví-la muitas e muitas vezes ao dia. Trabalho com crianças pequenas, na faixa etária de 2 a 6 anos, e me assusta quando estas trazem para escola CDs (piratas é claro) de toda a sorte de músicas que fazem muitas delas apologia ao uso de drogas, ao sexo, a promiscuidade. Recentemente fiz uma pesquisa com os alunos de Pré A, (6 anos), a grande maioria, preferia o estilo sertanejo, chegando a cantar músicas inteirar sendo acompanhadas por todos os seus colegas; apenas poucos se referiram as músicas infantis que aprendem na escola. Uma triste constatação é que suas preferências musicais são baseadas naquelas que ouvem nas rádios, e desde muito pequenas já estão sendo levadas a um condicionamento musical, sem escrúpulos, sem critérios, sem qualidade.
E a escola o que deve fazer então? Proibir a entrada destas músicas no espaço escolar? O que nós enquanto educadores estamos fazendo para mudar esta situação? Ou será que não estamos nos dando conta disto tudo!
Em minha escola à algum tempo atrás começamos a trabalhar com as educadoras a questão da música como instrumento forte de influência, formativo de um gosto musical. Sabemos que as crianças adoram cantar, é quase uma necessidade para elas, passamos então a cantar mais com as crianças, a mostrá-las que existe outros estilos de músicas, a valorizar outras formas musicais. Aos poucos foram abolindo as “Rebeldes”, os Funks, e outras coisas mais. Chegamos até a criar um coral de pequenos cantores.
Entendo agora que a escola tem um papel fundamental , não o de proibir que ouçam as músicas tocadas no rádio, por que tudo que é proibido chama mais a atenção..., mas de mostrar que existe outros tipos de música, que trazem mensagens positivas, que alimentam a alma e que nos fazem sentir bem !
E a escola o que deve fazer então? Proibir a entrada destas músicas no espaço escolar? O que nós enquanto educadores estamos fazendo para mudar esta situação? Ou será que não estamos nos dando conta disto tudo!
Em minha escola à algum tempo atrás começamos a trabalhar com as educadoras a questão da música como instrumento forte de influência, formativo de um gosto musical. Sabemos que as crianças adoram cantar, é quase uma necessidade para elas, passamos então a cantar mais com as crianças, a mostrá-las que existe outros estilos de músicas, a valorizar outras formas musicais. Aos poucos foram abolindo as “Rebeldes”, os Funks, e outras coisas mais. Chegamos até a criar um coral de pequenos cantores.
Entendo agora que a escola tem um papel fundamental , não o de proibir que ouçam as músicas tocadas no rádio, por que tudo que é proibido chama mais a atenção..., mas de mostrar que existe outros tipos de música, que trazem mensagens positivas, que alimentam a alma e que nos fazem sentir bem !
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